Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

História da Ria de Aveiro (Última Parte)

Em 1784 todo o distrito entrava em recessão económica, os portos marítimos estavam abandonados, a actividade piscatória em crise e as grandes somas de dinheiro utilizadas para a abertura da barra haviam-se revelado infrutíferas.
Em 87 deste século a barra volta a fechar, voltando a trazer os mesmos problemas de anos anteriores. Cheias, inundações das zonas baixas do distrito, perda de fauna e flora, proliferação de doenças e aumento da taxa de mortalidade eram alguns dos problemas desta altura.
No ano seguinte é apelado à Rainha D. Maria I para que trate da sua situação mas nem mesmo com os seus esforços o problema é resolvido.
Em 1791 nova tentativa de abrir um novo canal para renovação das águas é efectuada mas mais uma vez sem qualquer resultado. O território tornava-se cada vez mais insalubre e para além das actividades que dependiam directamente do mar estarem quase paradas, também a agricultura estava a entrar em declínio.
No início do século XIX a miséria da população era geral mas, finalmente os poderes políticos decidem tomar acção, encarregando dois engenheiros para os trabalhos a elaborar na zona.
Desta forma o Coronel Reinaldo Oudinot e o Capitão Luís Gomes de Carvalho, abandonam as obras no Douro, elaborando um projecto de abertura e estabilização de uma barra para Aveiro.
Apesar de este ser o projecto mais sério face a este problema da região e, tendo estes dois engenheiros meios mais avançados para a elaboração do projecto, os diversos insucessos anteriores não levantavam a moral da população aveirense.
No início de 1805 o projecto elaborado é aprovado e em Maio deste ano dá-se início às obras que iriam possibilitar a abertura da barra.
Um ano após o início das obras dá-se a primeira tentativa de abertura da barra mas, sem sucesso mas, no ano seguinte uma nova tentativa com mesmo efeito é bem sucedida.
Em Abril de 1808 as obras finalmente acabaram e a barra estava agora aberta e fixada.
As águas finalmente foram escoadas e todos os problemas haviam desaparecido ou assim se pensava.
O porto mais uma vez tinha movimento, as salinas entraram novamente em funcionamento e as zonas baixas de Aveiro estavam uma vez mais secas.
Mas, o tempo não pára e a Ria continua a sofrer mudanças devido ao dinamismo da zona. Apesar de nesta altura se festejar a resolução do problema da abertura da barra não demorou muito até um novo surgir.
Agora, o maior problema é o assoreamento excessivo que, apesar não fechar a barra, atola os canais tornando-os inavegáveis, e não permite a renovação das águas nos extremos dos canais, alterando as propriedades dessas zonas.
Verificam-se já diversos problemas nas zonas com marinas, a chegada por água até à marina de Ovar tem-se tornado cada vez mais complicada com o passar do tempo, mesmo com as dragagens que já foram efectuadas.
Na Costa Nova também começam a notar-se problemas semelhantes. As areias têm-se depositado tanto naquela zona que não só as ilhas têm aumentado o tamanho como também começa a haver uma profundidade insuficiente na zona da marina.
E com isto perguntamo-nos se de facto está a ser realizado algum esforço para “salvar” esta Ria que, como já demonstrou, está intimamente ligada com o prosperar desta região e da qual o seu aproveitamento ainda está muito aquém das suas verdadeiras potencialidades.
Postado por riadeaveirohc às 11:05
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

História da Ria de Aveiro (Parte 5)

Aqui postamos pela primeira vez este período a penúltima parte da História da nossa laguna. Esperemos que mais uma vez corresponda com as expectativas criadas pelos nossos seguidores habituais.
 Agora é a vez de Aveiro começar a entrar em recessão económica, não tão grande como a de Ovar, pois apesar de o cordão já quase ter separado o oceano da ria, ainda havia tráfego marítimo que sustentava, embora insuficientemente, a economia da região.
Mas o problema vai para lá das trocas comerciais. A falta de renovação das águas tem impacto na fauna e flora da ria.
Sendo este sistema principalmente ocupado por espécies de água salobra a estagnação das águas leva não só à falta de oxigenação da mesma como à diminuição da salinidade.
Apesar de existirem espécies muito resistentes a mudanças do meio nem todas resistem a este tipo de alterações acabando por perecer.
Este facto mais uma vez afecta a nível económico, e evidência disto são as alturas onde o sector da pesca entrou em crise.
Também nesta altura, no início 1757, a barra acaba por fechar, a crise instala-se no distrito.
A água já não é renovada, isto é, não é escoada para o oceano o que leva a uma subida da água desta laguna recém formada, provocando danos nas zonas mais próximas dos canais.
Por outro lado as águas estagnadas vão originando zonas pantanosas que atraem diversos agentes patogénicos, levando a uma maior proliferação de doenças, aumentando a taxa de mortalidade.
De forma a ultrapassar este problema houve várias tentativas para “quebrar” este cordão restabelecendo a ligação com o oceano, de forma a permitir a renovação das águas mas, todas elas se revelaram insuficientes, pois as areias removidas num dia de trabalho eram repostas numa noite.
No Inverno deste ano, aproveitando as fortes correntes que se faziam sentir devido a uma cheia, sob as ordens do capitão-mor de Ílhavo João de Sousa Ribeiro abriu-se um pequeno canal na zona da Vagueira.
Mas, o plano não ficou por aqui, o pequeno canal foi o início de uma nova barra temporária. O facto de ter sido escolhido a época de cheias para este trabalho era para que as fortes correntes que se fazia sentir na ria, alargassem o canal recém aberto, permitindo a criação de uma nova passagem entre o oceano e a Ria.
Este plano foi um grande sucesso e as correntes fizeram mais do que o esperado. A força contida durante quase um ano de enclausura foi a suficiente para não só alargar o canal, como aprofundar o mesmo.
Esta nova barra manteve-se navegável durante 8 anos e chegou a Mira a 1771, mais uma vez o dinamismo da região continuou o seu trabalho de reposição de areias, voltando a formar o cordão litoral.
Seis anos mais tarde uma nova tentativa de abrir uma nova barra falhou e, três anos depois desta última sucedeu-se a uma nova tentativa, também ineficaz. Estas últimas tentativas tinham sido já efectuadas sob a vistoria de engenheiros estrangeiros mas, nem mesmo o seu conhecimento foi o suficiente para resolver o problema.
Postado por riadeaveirohc às 12:01
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Segunda-feira, 10 de Março de 2008

História da Ria de Aveiro (Parte 4)

E segue-se a quarta parte da história da nossa querida Ria de Aveiro.

O século XVI foi um século marcante para o desenvolvimento da barra.

A deposição de sedimentos não só cria novas ilhas como começa mesmo a assorear os canais, tornando ainda mais difícil o escoamento de águas e detritos.

Este século também foi marcado por diversas cheias, 1526, 1578, 1585 e 1596.

Cheias não seria algo fora do normal de um ponto de visto posterior à época, o assoreamento diminui a capacidade de armazenamento da Ria e as águas já não eram escoadas tão rapidamente. A única coisa que faltava era de uma época de maior pluviosidade, como acontecia nos Invernos dos referidos anos, para que o caudal dos rios que alimentam este sistema aumentasse até que transbordassem.

Mas o problema não fica por aí, maior caudal significa maior quantidade de detritos, que serão depositados no leito da ria, aumentando o assoreamento desta tornando mais fácil a ocorrência de cheias.

Este depósito excessivo de sedimentos alimentou o cordão litoral fazendo com que no final deste século já se encontrasse perto da Vagueira, dificultando ainda mais o acesso aos portos mais a norte.

Uns anos mais, a meados do século XVII, nova época de cheias volta a assolar a região com os mesmos efeitos das cheias anteriores.

Postado por riadeaveirohc às 17:14
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Quarta-feira, 5 de Março de 2008

História da Ria de Aveiro (Parte 3)

Aqui postamos mais uma parte do nosso trabalho acerca da Ria de Aveiro e a história da sua formação.
O tempo não pára e o assoreamento continua a aumentar. Numa questão de 100 anos a língua de areia atinge o local onde hoje está fixada. As condições que 3 séculos antes tornaram Ovar na zona impulsionadora da região passaram para a zona de Aveiro.
O porto marítimo de Aveiro tem agora mais movimento que nunca e a criação de salinas faz com que Aveiro assista a um crescimento económico exponencial, levando-a à sua época áurea.
Mas, Aveiro acaba por assistir ao mesmo desfecho de Ovar. O cordão litoral começa a tornar a água da região cada vez mais estagnada que impede o escoamento dos detritos provenientes do Vouga.
As correntes marítimas continuam com o seu trabalho, arrastam os detritos provenientes da erosão do litoral norte do país e depositam-nos nesta zona, ao mesmo tempo que orientam o cordão litoral, levando-o em direcção a mira.
Os séculos passam e o fundo oceânico altera-se. No século XV a língua de areia já estava na Costa Nova, dificultando o acesso marítimo ao porto de Aveiro fazendo com que o tráfego marítimo diminuísse um pouco. Ovar nesta altura tinha entrado em recessão económica pois a navegação para a região tornara-se muito difícil e as salinas já não tinham tanta importância económica como na altura.
Postado por riadeaveirohc às 12:26
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Plano estratégico para a valorização e requalificação da Ria de Aveiro

Plano estratégico para a Ria deverá ser entregue em Junho

 

O coordenador nacional do Programa Pólis, João Pinto Leite, foi a figura selecionada pelo Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional para liderar um equipa que irá elaborar uma proposta de plano estratégico para a valorização e requalificação da Ria de Aveiro. Este deverá ser entregue ao executivo até Junho.


"O despacho do ministro Francisco Nunes Correia foi ontem publicado em Diário da República, formalizando ainda a participação na equipa de trabalho de Teresa Fidélis, presidente da Comissão Instaladora da Administração da Região Hidrográfica do Centro, e de Ana Neves Lopes, da Parque Expo.

Está igualmente prevista a criação de uma comissão consultiva vocacionada para acompanhar a elaboração do plano. Este órgão será coordenado por Laudemira Ramos, do gabinete de Nunes Correia, que receberá assistência de representantes das três secretarias de Estado do sector (Ambiente, Ordenamento do Território e Cidades e Desenvolvimento Regional), do Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade, do Instituto da Água, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e das câmaras municipais de Águeda, Albergaria-a-Velha, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Mira, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar, Sever do Vouga e Vagos. Outras entidades com responsabilidades na área da laguna aveirense poderão igualmente ganhar lugar nesta comissão.

A proposta de plano estratégico deverá estar concluída e ser apresentada a Nunes Correia no prazo de seis meses a contar da data de entrada em vigor do presente despacho, a 7 de Dezembro do ano passado.
Delimitação e caracterização da área a requalificar, definição preliminar das intervenções, quantificação do investimento e formulação de propostas para o seu financiamento (incluindo o recurso ao novo pacote de fundos comunitários e ao autofinanciamento), concepção de solução institucional adequada à implementação do plano e elaboração dos instrumentos legais necessários para o efeito e planeamento físico e financeiro das acções consideradas são as tarefas confiadas à equipa liderada por João Pinto Leite.
O plano estratégico deverá ser «consensualizado entre os diversos agentes» e «servir de guia de actuação à entidade responsável pela sua implementação».
Segundo Nunes Correia, a recuperação da ria de Aveiro insere-se no programa do actual Governo para as zonas costeiras, sujeitas a «uma política integrada e coordenada que favoreça a protecção ambiental e a valorização paisagística, mas que enquadre também a sustentabilidade e a qualificação das actividades económicas que aí se desenvolvem».
O território abrangido pela Ria de Aveiro é «um espaço singular que dispõe de condições excepcionais para suporte de um desenvolvimento económico e turístico sustentável e para se constituir como um pólo de atracção intimamente ligado ao contacto e fruição da natureza».
As suas características físicas «únicas e de grande sensibilidade» requerem que o seu desenvolvimento se submeta a «uma estratégia que articule eficazmente as múltiplas vertentes deste território», nomeadamente o facto de estarem presentes neste espaço numerosas actividades económicas, como a indústria e um porto comercial, simultaneamente com a existência de zonas de importância para a conservação da natureza, inseridas na Rede Natura 2000.
Para o governante, «a operacionalização dessa estratégia só será eficaz se for confiada a uma entidade específica, a criar, com aptidão para promover com dinamismo as acções necessárias». "

 

".." in http://www.diarioaveiro.pt/main.php?id_page=3527

Postado por riadeaveirohc às 11:58
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Segunda-feira, 3 de Março de 2008

História da Ria de Aveiro (Parte 2)

As correntes marítimas começam a dar forma a esta língua e, a meados do século X já se torna visível, servindo de paredão à zona costeira de Ovar.

Este facto não só é observável a nível morfológico da região como tem impacto a nível económico. Por esta altura Ovar era dos mais importantes portos comerciais, a língua de areia providenciava uma “mini-marina” estupenda, o que fez com que a sua importância aumentasse.

Por outro lado a água estava agora mais estagnada fazendo com que um dos produtos mais facilmente criados fosse o sal. Para corroborar este facto relatórios de cariz económico da região indicam que Ovar por esta altura vivia uma época áurea, com as suas diversas salinas e o excelente porto.

A língua de areia parece só ter trazido benefícios para a região mas sem o conhecimento de todos os factos é uma falsa conclusão que se podia tirar.

O dinamismo desta zona não pára e o fundo oceânico continua a mudar drasticamente, a deposição de sedimentos do Vouga torna-se maior pois a existência de entraves ao escoamento dos detritos torna mais difícil a sua eliminação. Por sua vez a corrente marítima cria um fluxo de detritos que origina uma deposição orientada, aumentando a língua de areia que se dirige para sul.

Há medida que este cordão aumenta e surge à superfície os detritos são cada vez mais difíceis de eliminar. Grande parte deles já nem sequer é expelido até à zona do cordão e começa a formar ilhas, criando diversos canais ainda hoje observáveis.

Ovar começa a tornar-se numa zona inacessível e perto do século XII grande parte do seu poder económico já está perdido. O cordão litoral encontra-se na zona da Torreira e, com avançado assoreamento da zona começam somente a passar barcos de calado mais reduzido. Por esta altura a produção de sal começa a ser a única fonte de rendimento da zona.

Postado por riadeaveirohc às 17:53
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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

História da Ria de Aveiro (Parte 1)

Apesar da nossa aparente falta de activide no blog isso não significa que o trabalho foi esquecido. Muito pelo contrário, nestas últimas semanas passámos diversas horas na biblioteca municipal cobertos de livros para apresentarmos a segunda fase do nosso trabalho.
Desta forma revelamos assim a história da Ria que, apesar de completa mas sintetizada, resume as principais fases da sua evolução e das causas e consequências por trás delas.
Assim comecemos:
 A Terra é um planeta dinâmico, o que significa que sofre alterações, apesar de lentas e graduais, que vão alterando os seus contornos.
Um dos grandes exemplos desse dinamismo encontra-se no distrito de Aveiro, mais especificamente a estrutura denominada por Ria de Aveiro.
Hoje em dia vemos Aveiro como uma Veneza Portuguesa, uma cidade repleta de canais que se espalham por grande parte da zona mais litoral do distrito, desde Ovar até Mira.
Mas nem sempre foi assim, milhares de anos antes a zona onde a Ria se encontra era uma zona plana que, devido à subida do nível médio da água do mar, foi sendo invadida pelo oceano Atlântico.
Com o passar do tempo a água acaba por alagar a maior parte dessa zona, tornando-a numa zona navegável que, devido à reentrância natural da zona costeira, acaba por formar uma espécie de baía.
A água continua a subir fazendo com que esta zona se torne facilmente navegável levando à criação de portos marítimos que prosperaram muito na altura.
Infelizmente esta subida não tornou somente esta zona mais facilmente navegável.
É de notar que alguns cursos fluviais desaguavam relativamente perto e, a subida do nível da água do mar faz com que estes cursos percam mais cedo a sua “força”, perdendo assim a sua capacidade de transporte de detritos.

 

Isto aliado às fortes correntes atlânticas que, como têm uma orientação de norte para sul, arrastam mais detritos para este local, tornando esta baía uma zona privilegiada para a deposição de sedimentos de forma orientada.
Apesar de não se ter notado na altura, no início do século X o fundo oceânico da região já tinha sofrido fortes alterações. A deposição de sedimentos do rio Vouga no leito desta baía começa a provocar alterações com grande impacto no futuro e, uma língua de areia, ainda que subaquática, começa a formar-se a norte Ovar.
Postado por riadeaveirohc às 10:58
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

Dois ou três meses para o Pólis

Programa Pólis atrasado mas não esquecido!

 

Na passada semana, o Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional afirmou assertivamente que o Programa Pólis Ria de Aveiro e os respectivos trabalhos relacionados com a sociedade Pólis terão início dentro de dois ou três meses.  

 

 

 

"De acordo com Nunes Correia, a solução para a Ria passa por uma intervenção alargada à barrinha de Esmoriz, cuja estratégia será candidatada ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (novo pacote de fundos comunitários).
Recentemente, o presidente da Grande Área Metropolitana de Aveiro (GAMA) e da Associação de Municípios da Ria (AMRia), Ribau Esteves, reclamou urgência na constituição da sociedade Polis, com capacidade legal para intervir na ria. «Face ao estado de abandono da ria, a solução está na entidade que surja da tipologia Polis, anunciada e bem pelo ministro do Ambiente e que queremos que seja constituída o mais rapidamente possível», declarou."

Ribau Esteves, também Presidente da Câmara de Íhavo, reafirmou as suas críticas ao Governo pelo desleixo que a zona lagunar tem sofrido ao longo dos mandatos legislativos. Segundo Esteves, o Estado perdeu cerca de 600 mil euros por não arrecadar as taxas nominais, respectivas a licenças de amarração dos barcos, de mariscadores, de associações náuticas e taxas sobre edifícios das margens. O autarca de Ílhavo assevera «Chegou-se ao ponto do abandono até administrativo e o governo, que se queixa tanto da falta de dinheiro, nem as taxas dominiais de 2006 e 2007 conseguiu cobrar, que representam cerca de 600 mil euros, como era sua obrigação. Esperamos que as coisas mudem muito rapidamente».

O grupo sente-se agradado com a afirmação do Ministro, no entanto mostra-se um pouco reticente a este atraso no início do projecto Pólis. Esperemos que seja só e apenas um atraso!..

".." retirado de

http://www.diarioaveiro.pt/main.php?mode=public&template=frontoffice&srvacr=pages_13&id_page=3292

 

Postado por riadeaveirohc às 10:29
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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

Porto de Aveiro tem à venda nova frente urbana junto à Ria

A administração portuária tem à venda por 11 milhões de euros uma zona da antiga lota que no seguimento do programa polis vai ser agora urbanizada.
O espaço é de 120 mil metros quadrados que foram desanexados do domínio público e que agora integram o património do Porto de Aveiro como foi noticiado pelo diário de Aveiro na passada semana.
  

  

A câmara havia mostrado algum interesse em adquirir a área mas como não tem disponibilidade financeira para isso é a APA quem vai avançar para a venda, de forma a angariar fundos para realizar obras de acessibilidade marítima.
José Luís Cacho, presidente do porto de Aveiro, compreende as dificuldades da autarquia para adquirir a área mas refere que a avaliação foi feita por uma entidade independente quando deveria ter sido a câmara a estabelecer o valor dos terrenos.
Pensamos que o porto de Aveiro vem ganhar com esta venda e poderá melhorar substancialmente as condições de acessibilidade mas, à que ter em atenção as preocupações de José Cacho pois pode-se estar a agir sob falsa informação.
Postado por riadeaveirohc às 13:07
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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

Bicicletas aquáticas invadem a Ria de Aveiro

Bicicletas Aquáticas chegam a Aveiro na Primavera

 

Na Primavera de 2008 as bicicletas aquáticas irão chegar aos canais centrais da nossa Ria. Este projecto é fruto do trabalho da MoveAveiro – empresa municipal de mobilidade – e da Media One – empresa que foi recentemente criada – com o objectivo de incrementar projectos na área da multimédia, publicidade e Internet.

Estas bicicletas, ao contrário das BUGA (Bicicleta de Utilização Gratuita de Aveiro) as bicicletas aquáticas requerem o pagamento de uma taxa de utilização. Estas bicicletas deverão ficar ancoradas na zona do Quiosque BUGA e virão a ser disponibilizas nos modelos de um e dois lugares.
Os percursos vão ser definidos assim que a Capitania do Porto de Aveiro aprove este projecto. Note-se que este inovador meio de transporte foi criado por Vítor David, que afirma que o desenvolvimento das bicicletas se tratou de um projecto que evoluiu por fases.
O grupo aplaude este tipo de iniciativas que só ajudam a progressão no desenvolvimento da nossa Ria de Aveiro. Contudo, perguntamos o que sucedeu com projectos semelhantes no passado (passado mandato autárquico) tais como o Táxi Ria?
Vale a pena pensar!...
 
Postado por riadeaveirohc às 12:04
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Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008

Avaliação do 1º período

Resultados da Avaliação do 1º Período de AP

A comissão organizadora solicitou a todos os participantes no Concurso "Cidades Criativas" que postassem nos seus blogs os resultados da avaliação do primeiro período na disciplina de Área de Projecto. Seguidamente apresentamos a nota de cada um dos membros do grupo de trabalho.

António Ricardo Oliveira - 17
João Filipe Francisco - 17
Luis Carlos Azevedo - 17
Pedro Alcaide - 17
Rui Jorge Monteiro - 17
  
 
Desejamos um óptimo ano 2008 para a organização assim como para os participantes do Concurso "Cidades Criativas".
Postado por riadeaveirohc às 22:04
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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2008

A pesca na Ria de Aveiro pode ter rendido 47 milhões em 2006

Pesca poderá ter rendido quase 47 milhões!

Enquanto um dos membros do grupo lia notícias acerca do tema do blog, tropeçou neste artigo jornalístico (fruto do Diário de Aveiro) que evidencia o que muitos dizem mas poucos conseguem provar: a Ria da Aveiro é acima de tudo um ex-líbris extremamente rentável.
Estima-se que a pesca na ria de Aveiro tenha rendido cerca de 46,6 milhões de euros durante o passado ano de 2006. Segundo Senos da Fonseca, apesar desta estimativa apenas um terço foi declarado às autoridades. Esta informação foi apresentada por este engenheiro que se tem dedicado ao estudo da Ria, do sal e outros temas relacionados com a Ria, durante uma palestra ligada ao tema Sal e Telecomunicações: motores de desenvolvimento regional.
 
 

 
  
"Segundo João Senos da Fonseca, apenas sete milhões de euros foram declarados durante o primeiro semestre. Serão 14 milhões num ano, ficando cerca de dois terços por declarar.
Segundo Senos da Fonseca, os sete milhões de euros correspondem a «30 por cento do valor que se estima que tenha sido apanhado», disse. Trata-se assim de um valor «representativo da economia da Ria», conclui Senos da Fonseca. Mas os valores atingidos não identificam o potencial da Ria. Pode ser mais explorada, com outras condições. Para Senos da Fonseca, «se a Ria for bem tratada, tem outras potencialidades», admitindo assim que o rendimento possa ser superior."
Manuel Soares, secretário-geral da Associação de Pesca Artesanal da Região de Aveiro afirma que o potencial da Ria não está a ser a aproveitado de uma forma totalmente eficaz. Segundo Soares o mercado espanhol é o um destino importante da exportação das capturas na Ria de Aveiro, sendo que «o porto de Aveiro é o mais perto da capital espanhola, Madrid, com tradição de peixe fresco, consumidora de 200 mil toneladas por ano». Em suma, Soares realça que a Ria de Aveiro «é extremamente importante e a maior parte das pessoas não faz ideia do valor económico que a Ria traz para os concelhos ribeirinhos, mesmo os autarcas».
Constatando que a Ria de Aveiro apresenta um estado algo avançado de abandono e degradação e mesmo assim é capaz de produzir uns exorbitantes 47 milhões de euros.
Após alguma reflexão a questão que surge é: se a Ria de Aveiro fosse alvo de um maior investimento, qual seria o valor obtido na pesca? Vale a pena pensar...


"..." retirado de http://www.diarioaveiro.pt/main.php?id_page=172&mode=public&srvacr=pages_13&template=frontoffice 

 
Postado por riadeaveirohc às 23:02
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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

Auto-avaliação do blog "Ria Activa"

Auto-avaliação
   
Antes de passarmos à auto-avaliação do trabalho propriamente dita, gostaríamos de transmitir que partilhamos da mesma tristeza que a equipa Alter-Ego que, tal como nós, não figurou na lista da observação dos blogues.
Temos como justificação o facto da organização do trabalho em grupo não tenha permitido que tenhamos "postado" mais cedo uma vez que ainda não tínhamos o trabalho bem delineado. Apesar das primeiras aulas não se revelarem frutíferas em termos de produção escrita, porém foram deveras importantes para a planificação e solidificação de objectivos.
No primeiro parâmetro que nos surge para a avaliação do nosso blog ("Descrição das actividades de forma objectiva, centrando-se em aspectos essenciais") temos que verificar que ainda não foram desenvolvidas actividades relevantes ao ponto de serem publicadas no "Ria Activa".  
No segundo parâmetro ("Respeito pelas referências, nomeadamente a hora, data, local e recursos utilizados/obtidos"), o grupo tem respeitado todas as referências o mais possível. Note-se que todos os "posts" são escritos pelo grupo e que as referências que são de outras entidades, autores, livros, sites, aparecem entre aspas com a respectiva bibliografia/netografia .
O terceiro parâmetro ("Inclusão de reflexões críticas, bem como comentários significativos") tem-se revelado nos "posts" do "Ria Activa" de uma maneira algo discreta, isto é, no interior de cada notícia o grupo acaba por fazer uma crítica ou mesmo um comentário ao assunto que está em questão. No entanto reconhecemos que por vezes neste parâmetro existem falhas que serão colmatadas o mais rapidamente possível.
No quarto critério ("Elaboração com base na criatividade, coerência e perceptibilidade") temos a dizer que está a ser cumprido razoavelmente bem, sendo que  tentamos "postar" sempre que achamos que o assunto seja relevante e oportuno.
No quinto aspecto ("Animação e envolvimento da comunidade no desenvolvimento dos trabalhos") não se poderá fazer por agora uma avaliação precisa pois as actividades planeadas envolvendo a comunidade apenas se realizaram no decorrer do segundo período. Contudo, se tudo correr como esperamos poderemos dizer que este não é o aspecto que mais preocupa o grupo.
Por último, ("Actualização regular do blogue"), está a ser cumprido na totalidade.
Como já referimos, a maior parte dos projectos estão agendados para o 2º Período, sendo por isso que o blog ainda não se encontra no seu máximo esplendor; reconhecemos também que desenvolvemos um bom trabalho este período e que queremos continuar neste "longo caminho".

Para quem não esteja inteirado sobre os critérios de avaliação, estes encontram-se em http://cidadescriativas.blogs.sapo.pt/71450.html.

 

Postado por riadeaveirohc às 01:26
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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

Obras no Jardim Oudinot

Concurso para as obras no Jardim Oudinot (Gafanha da Nazaré)

  

O concurso público para a realização das obras de requalificação do Jardim Oudinot , na Gafanha da Nazaré está aberto. Esta obra cujo valor ronda os 3,3 milhões de euros propõe transformar o Jardim Oudinot no "Maior parque da Ria de Aveiro".

Trata-se de obra conjunta entre a autarquia ilhavense e a APA (Administração do Porto de Aveiro) cujo início deverá ser Janeiro de 2008 e terá uma duração de meio ano, de acordo com Ribau Esteves (Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo). Segundo Ribau Esteves trata-se de uma "obra de grande importância para a Gafanha da Nazaré, para o município de Ílhavo, e mesmo para toda a região", apontando como motivos o facto de se tratar de um "espaço com história, por estar localizado numa zona privilegiada entre a terra e a Ria, e por enquadrar o Navio-Museu Santo André". 

 

 

Note-se que a qualificação a ser feita, de cariz urbano e ambiental, engloba a construção de uma série de infra-estruturas que irão transformar este espaço por completo, isto é, um ancoradouro de recreio, percursos pedonais e cíclicos, que ligarão a parte nova e a antiga do jardim. Para além disso o parque irá dispor também de vários equipamentos desportivos, parques infantis, uma praia fluvial com serviço de bar, sendo toda esta zona iluminada e ajardinada..

"Esta trata-se da primeira obra do município candidata a fundos comunitários do Quadro de Referência Estratégico Nacional QREN ), e que resulta de uma parceria financeira entre a Câmara Municipal de Ílhavo e a Administração do Porto de Aveiro, vindo a constituir, segundo garante Ribau Esteves, «o maior Parque da Ria de Aveiro», que permitirá um acesso directo por parte da população da Gafanha da Nazaré à Ria de Aveiro."

 

"..." retirado de http://www.aveiro.co.pt/noticia.aspx?id=70863

Postado por riadeaveirohc às 22:11
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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007

Ciclo de Conferências "Aveirenses Ilustres"

Conferências "Aveirenses Ilustres" no Museu da Cidade

 

No dia 15 de Outubro teve inicio o Ciclo de Conferências "Aveirenses Ilustres" que irá decorrer até 19 de Maio. As sessões desta conferência decorrem no Museu da Cidade de Aveiro das 18:30 às 19:30. Nestas sessões vão ser homenageados alguns aveirenses que contribuíram significativamente para a melhoria da nossa cidade.

   

  

  
  
A entrada nas sessões é livre não sendo necessário qualquer tipo de inscrição ou pagamento, no entanto é possível efectuar inscrições mas apenas por uma questão de contactos posteriores  com o Museu da Cidade.
Os objectivos da Câmara Municipal de Aveiro ao organizar o ciclo de conferencias é o de preservar a identidade e memoria colectiva dos aveirenses, cidadãos que "activamente, deram o seu contributo para o desenvolvimento sociocultural e político-económico da região; e valorizar a historiografia local e formar pedagogicamente públicos no âmbito da realidade museológica municipal".
As sessões realizam-se quinzenalmente e estao inseridas no contexto de exposições e objectos alusivos ou que tenham sido pertença dos evocados.
Para a obtenção de informaçoes deverá contactar a Divisão de Museus e Património Histórico através do telefone número 234 406 421.
Postado por riadeaveirohc às 10:24
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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007

Comemorações do Bicentenário da Abertura da Barra de Aveiro

Palestra "Portugal na época da abertura da Barra de Aveiro"

 

     

No sábado, dia 15 de Dezembro, pelas 17 horas no edifício da Antiga Capitania de Aveiro irá ter lugar uma palestra denominada "Portugal na época da Abertura da Barra de Aveiro" que o Comandante António Rodrigues Pereira proferirá. Este evento é fruto da colaboração entre a Câmara Municipal de Aveiro e a Comissão das Comemorações dos 200 anos da Abertura da Barra, entidades que são também responsáveis pela sua organização.

Históricamente, "à data da Abertura da Barra da Ria de Aveiro, em 3 de Abril de 1808, Portugal encontra-se numa situação muito especial, com partes do seu território ocupados por forças militares estrangeiras, a capital do Reino sedeada no Rio de Janeiro e a costa continental bloqueada por uma esquadra inglesa. 

Quando em 1802 se iniciam os trabalhos para a recuperação da Barra da Ria de Aveiro, assistia-se na Europa à ascensão de Napoleão Bonaparte, imperador de França, cujos exércitos considerados invencíveis, haviam dominado as velhas monarquias da Europa Central."
Como já referimos, a palestra vai ser dada pelo Comandante António Rodrigues Pereira, militar de 59 anos. Pela sua carreira passaram muitas unidades navais entre elas estão: "NRP Boavista (Açores, 1970-71), NRP Jacinto Cândido (Moçambique, 1973-75), NRP Afonso Cerqueira (Timor, 1975-76) e NRP São Miguel (Golfo Pérsico, (1990-91), e comandou os NRP Zaire (1979-82), e NE Polar (1986-88)". Para além de ter dirigido estas unidades navais, foi professor de História Naval na Escola Naval entre 1982 e 1990. Mais tarde foi "colocado no Departamento de Relações Bilaterais da Direcção-Geral de Política de Defesa Nacional (1991-95), e desempenhou os cargos de Capitão do Porto de Aveiro (1995-98), Chefe do Gabinete do Superintendente dos Serviços do Pessoal (1998-2000), Secretário da Comissão Cultural da Marinha (2000-2005)". Ainda em 2005, a 7 de Junho passa à Reserva. Mais recentemente, desde Fevereiro de 2006 desempenha as funções de Director do Museu da Marinha. Note-se que para além de ter proferido várias conferências em Portugal e no estrangeiro e de ter publicado mais de cinquenta trabalhos, o Comandante possui diversas condecorações e louvores. 
  
Nota: "..." foi retirado de http://www.cm-aveiro.pt/www//Templates/GenericDetails.aspx?id_object=29425&divName=2&id_class=2
Postado por riadeaveirohc às 21:58
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Sábado, 8 de Dezembro de 2007

Culminação e balanço do trabalho realizado em AP

Entrega do Relatório Intermédio de AP

 

Ontem pelas 16 horas e 32 minutos, foi entregue na portaria da ESCH o relatório intermédio relativo ao trabalho realizado durante o primeiro período pelo grupo. Aproximando-se  o fim do período lectivo é necessário que o grupo faça um balanço acerca das falhas e sucessos que ao longo desta temporada se foram revelando. Este balanço torna-se indispensável uma vez que, sem ele não iremos ter um ponto de partida para que possamos melhorar daqui em diante.

 

 

 

É necessário dizer que todos os elementos do grupo se empenharam e tentaram trabalhar da forma mais eficaz possível. É claro que num grupo há sempre quem trabalhe mais ou menos conforme as suas aptidões para a actividade a realizar. A falha que no progredir do período se revelou mais evidente foi a planificação de pouca qualidade das aulas. Notámos que por vezes ficávamos com alguns espaço de tempo livre sem saber bem o que fazer. Colmataremos essa falha no segundo período. Por outro lado temos que dizer que a escolha do grupo não poderia ser a mais adequada sendo que todos os elementos do grupo se entendem bastante bem dentro do ambiente de aula. No relatório estão retratados os passos mais importantes do nosso trabalho. Note-se que embora o portfolio ainda não esteja como desejaríamos essa é também uma das falhas que iremos colmatar para o próximo período. 

O grupo um pensa que está no bom caminho e que desta maneira irá desenvolver um projecto coerente e bem estruturado.

Postado por riadeaveirohc às 16:18
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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007

Boa Nova

Programa Pólis Ria de Aveiro

 

O grupo achou que esta notícia divulgada em todos os jornais convencionais e on-line acerca da decisão do Ministério Ambiente para a aplicação do Programa Polis na Ria de Aveiro é uma novidade de destaque e de interesse para todos os aveirenses e que nos deixa a dizer: já não era sem tempo!..

Como todos os munícipes têm assistido ao longo dos anos, a gestão da Ria de Aveiro tem estado numa encruzilhada infernal.

A Ria de Aveiro é um imensidão de problemas e recursos mal aproveitados que ao longo da história ribeirinha têm sido abandonados.

"Quem e como gerir tantas e tão diversificadas actividades e interesses, nem sempre coincidentes, são perguntas que a extinção da Junta Autónoma do Porto de Aveiro JAPA ), em 1998, deixou, na prática, sem respostas, apesar da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro CCDRC ) ter assumido a tutela administrativa."

Apesar de o Sr. Ministro do Ambiente, Nunes Correia, ter resistido às reivindicações dos municípios para criar uma nova estrutura de gestão, o governo anunciou a criação de um programa Pólis para a Ria de Aveiro. O Sr. Ministro do Ambiente já avançou que os programas vão conjugar “acções de requalificação urbana, como os Polis tradicional, mas também a conservação da natureza e a requalificação dos espaços naturais”.

 

Na opinião de Élio Maia, presidente da Câmara de Aveiro, este programa aparece em  "momento oportuno”, lembrando os estudos efectuados no âmbito da Associação de Municípios da Ria “e pela Administração do Porto de Aveiro APA ).  “Para além disso este programa, contará com fundos comunitários e uma Administração Regional Hidrográfica em fase de instalação. É um passo seguro no caminho da melhoria de condições da Ria de Aveiro” conclui Élio Maia. 

É importante que seja referido que o projecto em causa vai também incidir sobre o problema do desassoreamento que muitas dores de cabeça tem dado a quem se preocupa com a Ria. A responsabilidade  pelo Programa Polis Ria de Aveiro deverá recair sobre a Administração Geográfica, cuja comissão instaladora é presidida por Teresa Fidélis .

 

O grupo realça que este foi um importante passo para requalificação da nossa querida Ria de Aveiro e para que a Ria seja hoje para os aveirenses mais jovens aquilo que apenas os aveirenses mais velhos viram no passado.
 

Postado por riadeaveirohc às 23:42
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007

Apoio Lista Y

Lista Y

 

Vimos por este meio manifestar o nosso apoio à lista Y que, neste momento está a concorrer às eleições para a Associação de Estudantes da Escola Secundária Homem Cristo. É de referir que todos os elementos do grupo são membros da Lista. 

Não queremos que quem leia este blog, sinta que estamos a fazer uma autopromoção , não é nesse sentido que postámos. Queremos sim, mostrar à comunidade escolar e extra escolar que o grupo se envolve activamente na vida académica desta escola que todos estimamos.

 

Força Lista Y !

Postado por riadeaveirohc às 12:11
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

Apresentação

Início
Quem somos?
Somos o Grupo Um do 12º B , da Escola Secundária Homem Cristo. Pertencem a este grupo o António Oliveira Oli ), João Francisco Xiko ), Luís Azevedo, Pedro Alcaide Teklas ) e Rui Monteiro. Após algumas reuniões semanais decidimos desenvolver o tema " Como tornar a Ria um símbolo marcante de Aveiro ".
O tema não foi escolhido ao acaso, decidimos pegar num dos grandes símbolos de Aveiro e, com o devido estudo, arranjar formas de o divulgar e, como fim último, melhorar.
Desta forma estudaremos a situação, pegando na história da evolução da ria e de todo o seu impacto na população, aprendendo assim com o passado para projectar um futuro melhor.
É este o derradeiro objectivo de todo o projecto que nós, não só enquanto Grupo Um da Escola Secundária Homem Cristo mas como habitantes desta cidade, tentaremos atingir.
Postado por riadeaveirohc às 10:33
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